Crise econômica no Brasil: panorama geral para o Enem

Você já parou para pensar em como nasce uma crise econômica? E de que forma governos, trabalhadores e empresários regem quando elas estouram? Conhecer esses pontos ajuda qualquer estudante a entender o contexto social em que vive e a relacionar os assuntos de História e Geografia aprendidos nas nossas videoaulas sobre que  pontos importantes de se acompanhar, já que questões sobre a evolução financeira do Brasil nos últimos três anos têm ganhado espaço nos noticiários nacionais e internacionais.

Crises econômicas tangem questões políticas e têm forte impactos sociais. Neste post, vamos mostrar como elas começam, quais foram as principais, quais os impactos e, é óbvio, como elas podem aparecer no Enem.

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O início de uma crise econômica

Tanto países ricos, como Estados Unidos e Japão, quanto países em desenvolvimento, como Argentina e Brasil, já passaram (ou passam, como é o caso atual do Brasil e da Argentina) por crises econômicas. Na história recente da humanidade, a maior referência quando falamos de crise é a Grande Depressão de 1929, e sua trajetória ajuda a explicar esse fenômeno.

Em resumo, a crise de 29 iniciou com a queda dos preços no mercado agrícola nos Estados Unidos. Sua maior consequência foi a grande venda de ações a preços sucateados no mercado financeiro, causando assim o naufrágio da Bolsa de Nova York.

Não só a Bolsa de Nova York afundou, mas toda a economia mundial sentiu o impacto financeiro. Com tal catástrofe, foi necessário repensar as necessidades políticas e financeiras mundiais. E no Brasil, qual foi o maior impacto?

Governado por Getúlio Vargas, foram necessárias medidas desesperadas em nosso país para não desvalorizar o maior produto nacional da época: o café. Foi chocante, mas todo o excedente produzido foi simplesmente queimado (foram 4 bilhões de quilos queimados, valor suficiente para sustentar o consumo de café mundial por três anos). Na tentativa de amenizar os impactos da Bolsa, Getúlio ainda presidiu um rígido controle cambial.

Ao refletir em tais acontecimentos passados e pensar na atual situação nacional, o que o Brasil aprendeu de 1929? E ainda, seria possível realizar as mesmas estratégias para a crise econômica de 2016?

A crise econômica brasileira de 2016

Para iniciarmos uma reflexão acerca da crise econômica de 2016, será necessário primeiramente entender o significado do Produto Interno Bruto (PIB) na economia brasileira. O PIB serve para medir a atividade econômica de um país, que pode ser calculado pela produção ou pela compra de riquezas nacionais e internacionais. Pela produção, é realizado a soma dos resultados da indústria, da agropecuária e dos serviços; já pela compra, considera-se o consumo das famílias, do governo e dos investimentos governamentais em exportações.

Agora que você tem esse conhecimento, podemos retornar à reflexão sobre a crise econômica brasileira de 2016. Muitos economistas já previam uma queda do PIB brasileiro em 2016; o que eles não esperavam é que a queda seria tão grande a ponto de ser comparada com a Grande Recessão de 1929.

O PIB de 29 foi reduzido a 1,4% ao ano. Entre 2014 e 2016, já chegamos ao valor médio de 2,4%. A queda do PIB nacional não veio como um susto; ela era observada desde 2014, mas o seu estrago foi grande principalmente por ter sido acumulada desde esse ano, atingindo a agropecuária, a indústria e a oferta de serviços.

Pois então, qual o motivo de uma queda generalizada na economia brasileira? Não é possível resumir em apenas um motivo, mas a uma relação de fatores — a começar pela crise de confiança dos investidores estrangeiros.

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Com o escândalo de corrupção na Petrobras, revelado pela operação Lava Jato, o Brasil abriu as portas para grandes revelações de corrupção política. Isso corroeu nossa credibilidade e não é difícil compreender: você investiria em uma empresa com histórico de corrupção? E ainda, com casos que não foram solucionados?

Outro motivo identificado para a crise é a falta de reforma política. Em um cenário tão crítico, será necessária mais atitude e menos discussões por parte do governo, que de certa forma sempre negligencia as áreas que realmente precisam de cortes de gastos e reformulações legislativas.

E por fim, temos a queda do consumo. Já que aconteceram demissões em massa, obviamente o cidadão brasileiro se sente mais retraído para gastos domésticos, sendo de uma dimensão tão grande que afeta a produção industrial.

Assim, considerando que a economia mundial se tornou muito mais complexa, infelizmente as soluções não são tão simples como queimar o excedente de produção, como aconteceu em 1929. O Brasil deverá aquecer a economia de modo que o PIB cresça 2,5% ao ano, mas isso é uma utopia longe de ser inclusive idealizada.

A crise econômica e o Enem

E agora, como a crise afeta o Enem? Uma das consequências mais graves em uma crise econômica é o recuo do investimento em capital humano. Com as altas taxas de desemprego, as famílias possuem menos recursos e interesse para a formação de jovens. Somado a isso, ainda temos a busca contínua por oportunidades de trabalho sem sucesso.

Com falta de investimento social, tende-se a formar uma sociedade menos qualificada, crítica e opinativa, ou seja, uma grande estagnação social.

Para alguns, esse é o fim de uma oportunidade de estudos. Mas, para aqueles que são firmes para um futuro promissor, os estudos devem permanecer, e o investimento em cursos que capacitem ainda mais para o Enem precisa continuar.

Muitos candidatos ainda tentaram o vestibular, mas não quer dizer que estejam devidamente preparados. Então, não desanime ou perca a oportunidade.

Hoje, com o acesso à internet também em smartphones, você pode montar um plano de estudo que se adeque à sua realidade e seu tempo. Cursos online são uma ótima opção, combinados ainda com as dicas perfeitas de como se preparar para o vestibular.

Em nosso site, você encontra materiais de qualidade e dicas de organização necessários para iniciar seus estudos hoje mesmo. Então, não perca a oportunidade de estar à frente de muitos candidatos, que, ao verem a crise econômica, se sentem desmotivados em considerar a formação superior desnecessária na busca de emprego.

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