Segundo Reinado – Segunda fase

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O século XIX no Brasil é marcado pela expansão da cultura do café, iniciada no Rio de Janeiro e que se expande para São Paulo, em especial o oeste do estado, onde há a chamada terra roxa. Os barões do café passam a diversificar os investimentos, diferente dos senhores de engenho, e investir em infraestrutura para exportação do produto, bem como pequenas indústrias (surto industrial, capitaneado pelo Barão de Mauá).

Marcam o período a abolição da escravatura, que começa com a Lei Eusébio de Queirós em 1850 e culmina com a Lei Áurea em 1888. A pressão inglesa, que buscava mercado consumidor para seus produtos industrializados, tem grande peso aqui. Em substituição à mão de obra escrava, governos e barões investem na atração de imigrantes europeus, flagelados pela fome e a miséria em seus países de origem. A ocupação do Sul do país se dá por esses imigrantes, em características diferentes da do resto do Brasil, já que no Sul são minifúndios monocultores familiares, enquanto nas demais áreas tem-se latifúndios monocultores voltados à exportação (plantation).