Segunda Guerra Mundial

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Além da ascenção dos estados totalitaristas, em especial na Itália e na Alemanha, a insatisfação desses dois países com os acordos firmados após a Primeira Guerra Mundial (revanchismo) são fatores preponderantes para a Segunda Guerra Mundial. Ambas as nações adotavam, ainda, posturas expansionistas. Destacam-se dois pactos no período: o Antikomintern, que reuniu Alemanha e Japão na “luta contra o comunismo”, e o Ribentropp-Molotov, de não agressão entre soviéticos e alemães. Quando a Guerra eclodiu, as forças alinharam-se em dois grupos: no Eixo, Alemanha, Itália e Japão; na oposição, os Aliados, de início com Inglaterra e França, depois também com Estados Unidos e União Soviética. O conflito inicia-se em 1939 com a invasão alemã à Polônia e tem três fases: 1) o avanço do Eixo – invasão e domínio alemão da França, ataque japonês a Pearl Harbor, e tentativa de invasão alemã à União Soviética; 2) equilíbrio de forças – quando o exército vermelho da URSS consegue, ajudada pelo rígido inverno russo, segurar o avanço alemão; 3) reação dos Aliados. As bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagasaki em 1945 marcam o final da Segunda Guerra Mundial e o início da Era Nuclear, além de serem marco da Guerra Fria, quando EUA e URSS se tornam as novas superpotências mundiais.