Ligação Metálica

Aula exclusiva para assinantes

Assine o Vestibular.com.br e tenha acesso ao melhor conteúdo para vestibulares e Enem.

Experimente 7 dias grátis

Aparecem comumente comparadas, especialmente em relação a propriedades físicas (como condutibilidade elétrica e ponto de fusão e ebulição), com as ligações iônica e covalente. Ocorre entre metais, elementos que têm alta eletropositividade, ou seja, desejam perder elétrons para estabilizar-se. Mas, diferente dos outros dois tipos de ligações, os elétrons perdidos não vão para outro átomo, mas ficam fluindo ao redor do cátion (átomo com carga positiva) e por isso são chamados elétrons livres, ou mar de elétrons. São esses elétrons que garantam a alta condutibilidade elétrica desses compostos – sempre em estado sólido, à exceção do mercúrio (Hg), que é líquido.

Têm altíssimos pontos de fusão e ebulição (mais altos que os de compostos iônicos), grande maleabilidade (é possível moldá-los) e ductilidade (capacidade de serem tecidos em fios sem se romperem). Aparecem frequentemente nas chamadas ligas metálicas, caracterizadas pela mistura de um metal, que é o principal integrante, com outros elementos, para aumentar uma de suas propriedades. O aço, por exemplo, é a mistura de ferro com carbono, o que garanta maior resistência à liga. São exemplos importantes, também, o aço inoxidável, o latão, o ouro 18 quilates e a amálgama odontológica, entre outros.