Guerra do Paraguai e Crise do Segundo Reinado

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A Guerra do Paraguai marca a crise do Segundo Reinado. Brasil, Argentina e Uruguai se unem na Tríplice Aliança para derrubar o governo de Solano Lopez no Paraguai, país republicano com alto grau de desenvolvimento industrial. A Inglaterra apoia o Brasil com recursos e armas. A supremacia da Marinha brasileira determina o rumo do conflito, vencido pelo Brasil e com a morte de um terço da população uruguaia.

Para o Brasil, uma das principais consequências foi a consolidação do Exército Brasileiro, até então incipiente. No retorno à pátria, os militares não se sentiram reconhecidos como heróis, e acabaram organizando revoltas. A aristocracia, desde a abolição da escravatura, também retirava, aos poucos, o apoio ao imperador. Esses e outros fatores culminaram com os militares, comandados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, tomando o poder. Tropas revoltosas formam um governo republicano provisório e convidam Dom Pedro II a se retirar, o que ele aceita sem que haja conflito. A população não participou do processo.