Economia açucareira e Invasões Estrangeiras

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A cana de açúcar foi o produto escolhido pelos portugueses para a cultura no Brasil do período colonial, uma vez que os colonizadores já tinham experiência com o cultivo nas Ilhas Atlânticas e tinham parceria com os holandeses, que financiavam a iniciativa. Era cultivada no sistema de plantation, em latifúndios monocultores e com uso de mão-de-obra escrava, visando à exportação. O lucro financiava a exploração da Colônia pela Metrópole, além de expandir o tráfico negreiro, atividade econômica também lucrativa. A sociedade açucareira era rural, estratificada e patriarcal.

O período colonial também foi marcado por invasões estrangeiras, especialmente de franceses, ingleses e holandeses, tardios no processo de colonização das Américas. As invasões mais marcantes para a história do Brasil foram aquelas promovidas pelos holandeses, que, a fim de consolidar seu domínio, enviaram ao nordeste brasileiro o Conde Maurício de Nassau, cujo governo ficou marcado como um período de grande prosperidade e paz social. A rendição dos holandeses ocorreu apenas em 1654, após a eclosão da Insurreição Pernambucana.