Concentração de Soluções III

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A concentração das soluções pode se dar também em relação à proporção de soluto e solvente, chamada molaLidade, com “L”. Representa a quantidade de mols do soluto por quilograma de solvente (mols/kg). A principal diferença em relação à molaRidade (com “R”), é que soluto e solvente não são somados, porque não estão em contraste com o total da solução, e sim um com o outro. Calcula-se por regra de três a relação de gramas de soluto para cada quilograma do solvente. Depois, nova regra de três para a quantidade de mols na referida quantidade de gramas do soluto.

Também pode-se calcular a fração molar (X) de uma solução, ou seja, mols por mols: soluto para solução ou solvente para a solução. Ainda, em casos em que a quantidade de solvente é muito superior à de soluto, fala-se em concentração em partes por milhão. Nesses casos, assume-se a quantidade de solvente como o total da solução. Os principais exemplos são quantidades de poluentes, como toxicidade do ar ou contaminação de água. Trabalha-se com as relações de mg/m³ (1 mg de soluto em 1 m³ de solução), mg/kg ou ml/L (em soluções aquosas).