Brasil – Política na República Velha

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Na República Velha, a estrutura política previa a manutenção do poder nas mãos de uma oligarquia. Campos Salles foi o “arquiteto” do projeto, que incluía voto direto e aberto (público). Governos federal e estaduais mantinham um acordo para controle das eleições. Os candidatos eram escolhidos pela oligarquia e a Comissão Verificadora de Poderes manipulava as atas eleitorais para garantir a eleição dos apontados. O período foi marcado pelo coronelismo, em que os líderes políticos locais (“coronéis”) controlavam os eleitores através do voto de cabresto e do clientelismo (troca de benefícios). A República Velha também é marca pela política do Café com Leite, uma vez que São Paulo e Minas Gerais alternavam-se no poder federal – o Rio Grande do Sul também chegou a ter uma participação, porém menor.